sábado, 19 de novembro de 2011

O Compromisso com a Palavra de Deus

Quando decidimos seguir a Cristo, decidimos também ser guiados pela sua vontade, e esta está revelada nas Escrituras Sagradas.

Então, a Palavra de Deus deve ser a única regra de fé e prática para àquele que entende que qualquer outra literatura em matéria de fé deve ser confrontada com a Bíblia, a fim de se obter credibilidade, pois Ela é o Livro dos livros!

Considerações a cerca da Leitura Bíblica em Classe
  • Para assumir esse Compromisso é necessário 'ter capacidade para entender'; vv.28
  • Assumir o Compromisso propriamente dito; vv. 29
  • O Compromisso em si não permite misturas de condutas, comportamento e modismos; vv.30
  • O Compromisso em si reclama uma auto-imposição da observação e prática da Sagrada Escritura. vv.32
Depois de um avivamento genuíno é natural que haja esse Compromisso, pois àquele está alicerçado na Palavra e este precisa D'ela para se manter avivado!

Essa responsabilidade vai do menor ao maior, independente da condição social, status, posição eclesiástica e qualquer outra condição, pois O Compromisso exige igualdade de cumprimento entre os que assumem tal propósito, "Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;" (Mateus 16:24).

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Arrependimento, a Base para o Concerto

Observe que logo no texto áureo aparecem três verbos (se humilhar, e orar, e buscar) correlacionados com ações unidirecionais, ou seja, do homem para com Deus, porém, logo em seguida aparece outro verbo (se converter) correlacionado para ação intradirecional, ou seja, uma auto-reflexão voltada para ação e reação interna.

Características de um verdadeiro arrependimento (baseado na leitura bíblica)
  • "...se apartou de todos os estranhos..." às vezes precisamos se afastar literalmente de pessoas que fazem-nos afastar do Eterno.
  • "...leram no livro da Lei do Senhor,..." após ações que evidenciem o arrependimento é necessário continuar pautado dentro da Palavra de Deus.
  • "...fizeram confissão; e adoraram o Senhor, seu Deus." confessar e se arrepender são duas ações básicas para o verdadeiro reconhecimento de que o Eterno precisa ser adorado!
Perceba que o ARREPENDIMENTO se processa interna através do reconhecimento, da confissão e da adoração e externamente através de ações que demonstram sua real mudança de comportamento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Neemias Lidera um Genuíno Avivamento

Motivação

Hoje, precisamos de um Neemias? De um avivamento? Ou dos dois?

Na verdade, influenciar é a maior missão de um autêntico líder.

Considere "Neemias" um Agente do Reino que foi necessário para o avivamento se concretizar, afinal,  alguém precisava enxergar o que os moradores do local devastado não estavam querendo exergar.

É relevante entender que, se faz necessário um agente motivador, para algo acontecer! Você está sendo motivado pelo quê? Você motiva quem, com o quê?

Arrependimento

O que podemos compreender é que avivamento faz referência a arrependimento. Não devemos confundir a expressão "avivados" (arrependidos) com "conformados" (complacência com os modismos).

O verdadeiro avivamento tem que passar obrigatoriamente pelo ensino da Palavra de Deus, visto esta ter o único Poder regenerador real e transformador definitivo de vidas!

Mudanças acontencem... alguém deixa de fumar, beber, se prostituir e etc., porém, são mudanças temporárias, a qualquer momento, poderá bater àquela vontade e mais cedo ou mais tarde, termina a pessoa voltando a praticar o que tinha deixado de fazer; no entanto, a mudança gerada pela Palavra de Deus, está sim, produz arrependimento, mudança de direção, ou seja, jamais voltará a praticar o que fazia antes.

Contexto da Lição

Observe que no vv. 5 da leitura bíblica, só o fato de ser aberto o livro da lei, o povo fez reverência, levantando-se para ouvir a Palavra atentamente, entretanto, o que hoje podemos perceber é a falta de respeito à Palavra, quando não conversam, se levantam distríndo atenção do culto para beber água ou ir ao banheiro e etc. Aprendamos com este exemplo do povo judeu, de reverência e respeito as coisas divinas!

O vv. 9 revela talvez o maior avivamento do Antigo Testamento, ouvindo a Palavra, choravam; hoje, nos cultos quase nunca se vê, alguém chorar com a mensagem pregada, e na Santa Ceia, em muitos lugares quase ninguém se constrange com a lembrança do sacrifício de Cristo. Na atualidade a desatenção é tão grande, seria esse o motivo do esfriamento espiritual? A insensibilidade espiritual é generalizada!

O fato de terem saído da babilônia, libertos da escravidão, como ter recebido um beneficio, talvez isso tenha criado um sentimento de constrangimento no coração do povo, por tal favor imerecido, e com isso, quiça tenha gerado o arrependimento, como ponto de partida para a sensibilização nacional.

E ao ouvir a Palavra...

A fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Deus.
O arrependimento genuíno só é efetuado mediante a Palavra
Então, a fé e o arrependimento estão alicerçados na Sacrossanta Palavra de Deus.

O povo só chorou, porque entendeu a mensagem, então, hoje mais do que nunca precisa fazer-se entendido, compreensível para alcançar o objetivo.

O verdadeiro avivamento traz mudanças em todas as áreas de nossas vidas. Enfim, o avivamento traz uma sobrecarga de satisfação inigualável.

Por fim,

A libertação do cativeiro...
O Templo reconstruído...
Os muros reerguidos...
Tudo isso, não foi comparado com o resultado proporcionado pela explanação da Palavra de Deus! Aleluia!


sábado, 29 de outubro de 2011

A Conspiração dos Inimigos Contra Neemias

Quando lemos o livro de Neemias, especialmente a partir do capítulo 4, percebemos que os inimigos só precisaram saber do início da obra para se manifestarem, ou seja, enquanto a obra não é feita, ou se é feita de qualquer jeito, os opositores não incomodarão os trabalhadores.

É visível que os inimigos internos não fazem a obra e nem querem que se faça!

Ouviram à respeito da obra, se indignaram, se iraram, então começaram a escarnecer e a menosprezar o trabalho dos servos de Deus (Ne 4.1-3), tenho certeza de que quem realiza a obra com amor, dedicação e perseverança, caso surja a manifestação adversária, esta se tornará um meio de "motivação" para o homem de Deus chegar ao objetivo final! (Ne 4.6). A fé se torna o combustível motivador (Hb 11).

É justamente nas horas mais árduas, quando o inimigo pensa que estamos fracos, é nesse momento que a obra anda mais depressa. "Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.(2 Coríntios 12:10)"

Como não obtiveram êxito na primeira investida, ainda no capítulo 4, então, no capítulo 6, maquinaram ciladas contra o responsável direto pela obra, o cabeça da rebelião, como diziam, caluniando de Neemias; observe que quando não atingem seus objetivos, logo, mudam de estratégia tentando parar a obra, usam até de meios baixos se preciso para mexer com o psicológico do servo de Deus, entretanto, o servo sabe em quem tem crido e não abandonará a obra por nada! (Ne 6.3).

Entenda que a sensibilidade espiritual em especial de quem está na frente da obra, deve ser bem, mais bem aguçada, a fim de entender as situações de perigo e de ameaças que possam surgir no decorrer da execução da labuta. Caso o líder da obra ou o dirigente do culto não esteja ligado com o Alto, o desenvolvimento do trabalho poderá ter influências espirituais contrárias, e aí não haverá salvação, batismo com o Espírito Santo e etc..  "Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. 1 Co 2.15".

Redobrem a atenção para os convites inapropriados, oriundos de supostos amigos!

As armadilhas se multiplicaram cada vez que Neemias dizia um "não" aos inimigos, às vezes é necessário dar uma resposta negativa, na hora, no lugar e para a pessoa certa! Não podemos perder tempo, afinal, geralmente quem executa uma obra da magnitude da qual Neemias trabalhou, tem outras tarefas aguardando serem realizadas, Neemias tinha outros compromissos esperando por ele no palácio do rei.

Aos inimigos não é necessário dar satisfação, eles que contemplem à obra que está sendo realizada para a Glória de Deus! A tua chamada será do tamanho da obra que você realiza! "Estou fazendo uma grande obra (Ne 6.3/a)".

Fico admirado com o grau de maturidade do copeiro Neemias, capacidade esta somada a de administrar tornaram seu livro, o mais lido da Bíblia por administradores em todo o mundo, tornou-se objeto de estudo até de gestores descrentes.

Contudo, a obra foi acabada em apenas 45 dias, excetuando os dias de folga, pois  o texto de (Ne  6.15) afirma categoricamente que o muro foi acabado em 52 dias, porém, segundo o comentarista da lição, os trabalhadores observaram o sábado como dia de descanso, levando em consideração que 52 dias dividido por 7 dias (uma semana) é equivalente à 7,4, arredondando, temos então, 7 dias de folga, ou seja, 52-7=45, 45 dias. Surpreendente! Neemias conseguiu motivar, liderar, organizar, dirigir e controlar o desenvolvimento do trabalho em harmonia e de maneira que todos trabalhavam satisfeitos.



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A PLENITUDE DO REINO DE DEUS

"Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos," (Mt 13.49).

No fim, virá o estabelecimento do Reino.

O "Fim" está garantido, há um limite para o pecado, está sob a autonomia divina (o momento exato de seu desaparecimento).

A plenitude do Reino alude a efetivação da promessa "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras." (1 Tessalonicenses 4:16-18)

Será precedido de sinais no Céu "E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu." (Lc 21.11)

O que acontecerá com os ímpios... À princípio sofrerão a grande tribulação, muitos serão mortos e outros procurarão à morte e não será achada, e no fim, passarão a eternidade sem o conforto da Presença de Deus! De mal a pior!!!

O que acontecerá com os escolhidos... À princípio serão arrebatados, gozarão as bodas do Cordeiro, receberão galardão pelo serviço prestado aqui na terra, e em seguida assessorará o próprio Cristo no Seu Reinado Milenial e consequentemente "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (Jo 14.3)

A plenitude do Reino teve início na primeira vinda de Cristo quando da sua manifestação em carne e se efetuará com a segunda parte da segunda vinda em Glória!

É o nosso alvo, objetivo.

Com base na leitura bíblica em classe (Isaías 11.1-9)

vv.2 - Observe os adjetivos referentes ao Espírito do Senhor, Este reclama respeito, honra e reverência somente em sabermos Suas qualidades.

vv.3 - "à vista" e "o ouvir" aponta para aparência, ou seja, não julgará pela mesma.

vv.4 - "com justiça" e "equidade" aqui será como a giria popular diz o "preto no branco", ou seja, não existirá meio termo, arrumadinho ou algo semelhante.

vv.5 - "justiça" e "verdade" entendemos que a base do Governo de Cristo serão estes dois itens, até porque para que se participe da plenitude de Deus teremos que renunciar muitas coisas e como recompensa o ingresso no Reino definitivo "E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória." (1 Coríntios 15:54).

No projeto das bem aventuranças temos uma promessa "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;" (Mateus 5:6).

vv.6 - Retorno ao estado original, ou seja, a perfeição que havia no princípio da criação.

vv.9 - "mal" não haverá lugar para a desobediência "E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. (Apocalipse 21:27). "toda a terra está cheia da sua glória." (Isaías 6.3)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A INTEGRIDADE DA DOUTRINA CRISTÃ

Esta é uma lição puramente teológica, tendo como fundamento a teologia sistemática, pois trata do estudo, pesquisa e ensino das principais doutrina bíblicas.

Podemos extrair do título da lição a grande diferença que há entre costume e doutrina, pois aquele trata da cultura local que varia de lugar para lugar e geralmente vai de encontro à Palavra de Deus, esta faz alusão à universalidade, que é imutável e foi estabelecida pelo próprio Deus, enfim, a Doutrina Cristã é completa, perfeita e acabada, não há mais o que incluir no compêndio sagrado, portanto, o Cânon Sagrado começa com o gênesis e termina com o apocalipse, e nesse panorâma estão inseridos os mais variados princípios básicos que a Igreja Cristã necessita.

Texto Áureo

"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra". (2 Tm 3.16,17)

Há duas finalidades para a aplicabilidade da Escritura Sagrada a primeira faz referência a expressão perfeito que quer dizer experimentado, vivido, experiente, e a segunda alude à expressão perfeitamente instruído que em outras palavras diz conhecedor das principais doutrinas bíblicas.

Leitura Bíblica em Classe

"Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra... Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina... Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade,... Não defraudando, antes mostrando toda a boa lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador". (2 Tm 3.14-17; Tt 2.1,7,10).

O verbo permanece traz como característica a permanência e a constante praticidade do conteúdo bíblico; tendo como origem o aprendizado de alguém com credenciais e prerrogativas cristãs.

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele". (Pv 22.6). Eis aí um jovem que aprendeu logo cedo a sã doutrina, Timóteo privilegiado em conhecer bem moço a Palavra de Deus. Tal aprendizado dificulta o esquecimento!

"Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem". (1 Tm 4.16). O apóstolo Paulo procurou enfatizar a consistência de Timóteo em seguir e cumprir a doutrina sagrada, pois o efeito seria a salvação de quem ele pudesse alcançar na evangelização e pela sua maneira de se portar.

O obreiro basicamente está para falar da sã doutrina, assim como, os espectadores estão para ouvir a doutrina e não estórias, lendas ou mitos, pelo contrário, o povo deseja alimento sólido, palavras temperadas com sal (A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. Cl 4.6), ora cajado, ora azeite, misturados com amor e exortação.

Para que a doutrina seja percebida é necessário dar exemplo (praticar a sua teoria). "A palavra atrai e o exemplo convence" Cid Moreira.

Doutrina Cristã: Complexo de princípios estabelecidos por Deus que regem a conduta da Igreja de Cristo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

INFLUÊNCIA CULTURAL DA IGREJA

Definições segundo o Dicionário Michaelis:

in.flu.ên.cia


sf (lat influentia) 1 Ato ou efeito de influir. 2 Poder ou ação que alguém exerce sobre outrem ou sobre certos fatos ou negócios. 3 Prestígio, preponderância, poder ou ação sobre outro. 4 Autoridade moral. 5 Preponderância. 6 Influxo. 7 Entusiasmo. 

 cul.tu.ra


sf (lat cultura) 7 Aplicação do espírito a uma coisa; estudo. 8 Desenvolvimento que, por cuidados assíduos, se dá às faculdades naturais. 9 Desenvolvimento intelectual. 10 Adiantamento, civilização. 11 Apuro, esmero, elegância. 12 V culteranismo. 13 Sociol Sistema de idéias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade. (ver. Daniel 1.17) 14 Antrop Estado ou estágio do desenvolvimento cultural de um povo ou período, caracterizado pelo conjunto das obras, instalações e objetos criados pelo homem desse povo ou período; conteúdo social. 

i.gre.ja


sf (port ant eigreja, do gr ekklesía, pelo lat) 1 Templo dedicado ao culto cristão. 2 Conjunto de cristãos unidos pela mesma fé e sujeitos aos mesmos guias espirituais. 3 Catolicismo. 4 Autoridade eclesiástica. 5 Clerezia. 6 P ext Qualquer templo consagrado ao culto divino ou uma comunidade religiosa em geral. Dim irreg: igrejório, igrejola. I. Anglicana: a religião oficial da Inglaterra, separada do catolicismo romano. I. Copta: Igreja dos cristãos egípcios, que, em 451, se separaram da Igreja Ortodoxa. A comunidade copta estende-se até a Abissínia. I. Católica: aquela cujo chefe visível é o papa. I. do Ocidente: o mesmo que Igreja Católica. I. do Oriente: a que não reconhece a supremacia do papa. I. Evangélica: designação geral das corporações religiosas da Reforma. I. Grega: o mesmo que Igreja do Oriente. I. matriz: a que tem jurisdição sobre outras de uma dada circunscrição (também se diz simplesmente matriz). I. militante: congregação dos fiéis que, ainda aqui na Terra, se empenham na milícia da fé. I. Ortodoxa: o mesmo que Igreja Grega. I. primitiva: a dos primeiros tempos do cristianismo. I. Protestante: a que só reconhece a autoridade da Bíblia. I. Reformada: o protestantismo, especialmente o calvinismo. I. estacionais: aquelas em que se fazem estações nos tempos de jubileu. I. suburbicárias: aquelas que compõem a diocese de Roma e estão sujeitas ao domínio papal. I. triunfante: assembléia dos fiéis que já gozam da bem-aventurança eterna. Casar na igreja verde: amasiar-se.

A nossa cultura é a própria "Escritura Sagrada". Nós vivemos numa cultura sobre cultura, ou seja, a cultura da nossa regra de fé deve prevalecer sobre a cultura popular (mundana = moda, conceitos e hábitos praticados pelos ímpios, que são contrários a Bíblia).

Observe que nos versículos 26 e 28 da leitura bíblica em classe usa-se a expressão "domine e dominai respectivamente", as duas variações do verbo dominar traz um sentido de poder, autoridade, superioridade (Ver. PODERES (#/RC Cl 1.16). Ver. PODER (5) (#Ef 1.21).). Dessa forma, entendemos que há um constante conflito de culturas, costumes e hábitos, no caso da fé cristã genuína, esta, até hoje, tem provado que não se trata de uma simples filosofia de vida, ao contrário é o padrão de todos aqueles que desejam agradar ao Criador. Quem realmente foi influenciado por esta cultura nunca vai esquecê-la, pode até deixar de praticá-la, no entanto, algum evento sempre vai remeté-lo a ela. (Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. (Almeida Corrigida e Revisada Fiel Pv 22.6).

Definição Dicionário Michaelis

do.mi.nar
(lat dominare) vtd e vti 1 Exercer domínio sobre; ter autoridade ou poder em ou sobre: Roma dominou a Grécia. Ditadores dominam não somen­te em países incultos. "...dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves do céu, e sobre todos os animais..." (Bíblia, Gênesis, 1, 28 - trad. do Pe. Matos Soares). vtd e vti 2 Ter autoridade, ascendência ou influência total sobre; prevalecer: Mulheres há que dominam os maridos. Nele dominava a razão. vtd 3 Conter, refrear, reprimir, subjugar, vencer: Dominar o mau gênio. 

Certa vez o apóstolo Paulo disse:

Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. 1 Coríntios 9:19

Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. 1 Coríntios 9:22

E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. 1 Coríntios 9:20

Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. 1 Coríntios 9:21

Temos um limite quando passamos a entrar em contato com outras culturas especialmente com aquelas que são totalmente opostas a nossa, por exemplo, missionários com missão transcultural. Esse limite em muitas situações se separa por apenas uma linha tênue, é aí onde reside o perigo, pois podemos estar tão próximos que se não vigiarmos e não soubermos em quem temos crido seremos influenciados e consequentemente uma presa fácil.

Portanto, não se deve impor cultura alguma, apenas praticá-la, no que nosso caso pelo exemplo atrairá a muitos!
 

sábado, 3 de setembro de 2011

A ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA

A atuação social da Igreja na prática nos remete a pensar sobre prioridades, se dentro da igreja há indivíduos padecendo necessidades esses devem ser socorrido em primeiro plano, depois os de fora, tudo isso se não dar para ajudar os de fora e os de casa ao mesmo tempo, portanto, enquanto tiver famintos dentro da igreja os de fora precisam aguardar.

A existência de aproveitadores que estão numa situação de carência de forma voluntária é real em muitos ambientes, há àqueles que padecem, mas não descansam enquanto não conseguirem uma vaga no mercado de trabalho, ainda que de maneira autônoma, pelo contrário estão dia e noite à procura da felicidade de não ter que depender do próximo. Contudo, mesmo sabendo da existência daquele tipo, ainda assim, não é motivo para que esta atuação esfrie ou deixe de ser feita.

Há pelo menos seis pontos importantes a serem observados quando na execução da obra de ação social na Igreja Local:

  1. Esta Obra precisa, necessita e carece ser realizada.
  2. Cada Congregação é responsável pelos seus componentes.
  3. É interessante fazer um levantamento (pesquisa) sobre a real situação dos membros e congregados. Ex.: Pelo menos saber se numa casa tem alguém trabalhando.
  4. Arrecadação Voluntária que pode ser semanal (mais indicada pela necessidade diária) ou mensal.
  5. Por fim, a distribuição de forma moderada, sábia e prudente.
Do ponto de vista global há pelo menos cinco razões para a existência e necessidade dessa obra:

  1. Pecado Original.
  2. Amor ao dinheiro (egoísmo, ganância e avareza).
  3. Falta de amor.
  4. Injustiças Sociais.
  5. Má distribuição de renda.
Atualmente há uma discrepância muito grande entre as classes sociais, por exemplo, em um bairro o que separa os mais abastados dos menos favorecidos é simplismente um muro. Observe o que diz a Bíblia "Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11".

O que falta, então, é solidariedade entre os homens. Por que é que a segurança pública é um dos maiores problemas sociais? Apesar de um erro não justificar o outro, contemplamos que um dos motivos seria a visível corrupção e as injustiças sociais atiçarem os meliantes a cometerem crimes e tirarem o que é dos outros.

Enfim, a Igreja deve trabalhar contra o atual sistema corrompido, fazer a diferença e lembrar Cristo em sua ação, pois o Mestre nas suas mensagens e sua atenção estavam mais voltadas para o alvo das injustiças sociais, os pobres.
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA

SUBSÍDIO PARA A 9ª LIÇÃO DO 3º TRIMESTRE DE 2011 - CPAD

PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA

Identidade traz como sinônimo marca peculiar gravada, registro que dificilmente se perderá de vista, qualidades inerentes ao seu possuidor". Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros" (Jo 13.35). A mensagem, e o estilo de vida de Jesus são simples. A igreja não é composta de super-crentes que são imbatíveis ou até mesmo que não adoecem ou que não morrem, pelo contrário, sua formação no que diz respeito à Igreja Militante são de indivíduos que são passivos as doenças, aos infortúnios do dia a dia e a própria morte. O próprio Cristo sofreu como ninguém, visto ter sido castigado sem que houvesse culpa alguma, Ele disse: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (Jo 16.33).

Contudo, a Igreja é identificada pelo seu modo de ser pautado dentro da Palavra de Deus, caso contrário, não surtirá efeito sua atuação, qualquer instituição que se julga igreja e não pratica o que está nas Escrituras Sagradas não passará de mera organização filantrópica secular, porém a Igreja verdadeira traz em seu escudo a seguinte expressão: ".. e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18). Todos os componentes D'ela não se perderão de vista senão observe que "E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus." (Mateus 24.31).

A identidade não é para se deixar em casa guardada, presume-se que todas as pessoas possuem seus registros quando nascem, então, desse ponto de vista, partimos para o espiritual entendendo que, ao nascer de novo, o indivíduo assume uma identidade, dentro do corpo místico de Cristo, e para que ele ostente essa identidade é preciso cumprir entre outros, alguns critérios, como, amar a Deus e ao próximo, bem como defender sua fé em Cristo, além de anunciar a mensagem que lhe garantiu uma nova cidadania.

Nós como membros inseridos no Corpo de Cristo, precisamos estar prontos para "Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós," (1 Pedro 3.15 ). Portanto, sabemos de onde viemos, conhecemos e cremos em quem nos chamou, e temos certeza para onde vamos!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

IGREJA - AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE

SUBSÍDIO PARA A 8ª LIÇÃO DO 3º TRIMESTRE DE 2011 - CPAD

IGREJA - AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE

O Governo deveria investir mais nas Ong's (Organizações Não-Governamentais) sem pensar em um retorno baseado em questões políticas.  A Igreja por não ter nenhum vínculo com àquele se enquadra nestas últimas, que por sinal muitas das vezes faz o papel do Estado. Se não, observe, quando um dependente químico, prostituto, um ladrão ou até mesmo um cidadão comum se converte a Jesus, será menos um problema em potencial para a sociedade e que pela qual o Estado presumir-se-ia querer o seu bem-estar, visto ser um de seus objetivos "construir uma sociedade livre, justa e solidária".

Quando o legislador (componente fundamental da nossa atual estrutura política) põe em questão e até aprovam Projetos de Leis que vão de encontro a Palavra de Deus, estão de certa forma inibindo e prejudicando o auxílio da Igreja ao próprio governo, visto que se a Igreja está transformando a sociedade para o bem, então, trará benefícios para o Estado; no entanto, agora terá que se preocupar com mais uma ameaça ao invés de estar focada na recuperação do drogado ou enfermo terá que se preocupar com outras questões sobre sua manutenção.

A Igreja é composta de pessoas que vivem na sociedade, não são elementos de outro planeta, são indivíduos humanos que integram a mesma, cada um com sua personalidade e caráter próprios. É por isso que como agente transformador não deve se confundir com as organizações seculares que por sua vez se compõem de pessoas sem um padrão de conduta unificado à base de uma regra de fé, como é o caso da Igreja, que apesar de ser composta de pessoas de diferentes níveis sociais e culturais devem manter-se puramente iguais, caso contrário, serão escarnecidos por camuflarem quem realmente são.

Portanto, se o mundo muda a sociedade para o bem-estar carnal, INFELIZMENTE com o apoio de certas leis estatais, A Igreja necessita transformar a sociedade à luz da Bíblia "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" Romanos 12.2.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A BELEZA DO SERVIÇO CRISTÃO

SUBSÍDIO PARA A 7ª LIÇÃO EM 14 DE AGOSTO DE 2011 - CPAD


A BELEZA DO SERVIÇO CRISTÃO

Esse título aponta nas suas entrelinhas para um dos sentimentos mais sublimes do Reino, a humildade (Mt 5; Fp 2.3; Cl 3.12; Ef 4.2; 1 Pe 5.5); que vem do latim humilitas, -atis, pequenez, modéstia) 

s. f.
1. Qualidade de humilde.
2. Capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações. = MODÉSTIA ≠ ALTIVEZ, ARROGÂNCIA, ORGULHO
3. Sentimento de inferioridade. = REBAIXAMENTO
4. Demonstração de respeito, submissão. = DEFERÊNCIA, REVERÊNCIA ≠ DESRESPEITO
5. Ausência de luxo ou sofisticação. = SIMPLICIDADE, SOBRIEDADE≠ OSTENTAÇÃO


O serviço cristão se realiza em dupla direção, ou seja, de baixo para cima (dirigido a Deus, quando na adoração) e na horizontal (dirigido aos alheios, quando na Ação Social).

O que está por traz do serviço? qual o sentimento, o interesse, o objetivo ou a finalidade? Será o Interesse pessoal, a auto-promoção, a vanglória, os cargos ou posições eclesiásticas?

A glorificação do serviço prestado deve ser direcionado a Deus ou ao Ego pessoal (auto-glorificação)?

Em (Lc 17.10) observamos a inutilidade do servo que só faz o feijão com arroz (básico), é necessário que se faça algo mais..., pois esse "a mais" declara o compromisso e a disposição em servir. No entanto, hoje o que se vê é o descompromisso, a dispersão e a desobediência aos líderes (autoridades delegadas para o serviço a Cristo dar continuidade).

Atente que nos (vv. 14-17 de João 13) da leitura bíblica em classe, depreendemos de seu contexto alguns sentimentos e/ou virtudes como, humildade, honra, obediência, hierarquia, disciplina e ordem. Essas qualidades pressupõem-se que são inatas aos cristãos, porém, na prática não é o que se constata em muitas situações do dia a dia, em nossas igrejas.

Ainda focados na leitura bíblica, especificamente em (Atos 2.42), neste versículo entendemos que os primeiros cristãos aceitavam estar submissos aos apóstolos, estamos constantemente debaixo de autoridades delegadas por Deus, o que hoje não contemplamos de forma generalizada é a estrita obediência, apenas, por um pequeno contingente de servos. (no vv. 43 do mesmo capítulo citado no parágrafo) temos explícita o motivo pelo qual se via muitas maravilhas, o temor individual que praticado num todo e o resultado se podia contemplar nos milagres e prodígios. (no vv. 44-46 do mesmo capítulo citado no parágrafo) "estavam juntos e tinham tudo em comum", "vendiam suas propriedades" e "perseverando unânimes" e "singeleza de coração" são expressões que denotam união posto à prova, só o fato de se alimentarem juntos traz à tona à simplicidade, isto é, sem outras intenções, hoje se fizermos isso, é muito perigoso, pois não conhecemos uns aos outros, só e somente Deus conhece os corações, a realidade é que não existe o temor dos primeiros cristãos nas pessoas, perde-se o temor, perde-se muito espiritualmente, inclusive; estamos rodeados de vários tipos de aproveitadores carnais, tenhamos cuidado! Contudo, trabalhemos em favor dos necessitados de maneira sóbria, sábia e moderada, enfim, ensinemos como pescar e não só e somente só, darmos o peixe.


Em (At 5) comprovamos que Ananias podia muito bem ter ficado com sua herdade, o coração dele e da esposa estavam no bem material, isso não funciona; caso tivessem falado a verdade, não teriam nenhum problema; se nós não temos condições de contribuir financeiramente, também não devemos fazer sacrifício de tolos, esses não são aceitos! Agora, se você tem, e pode, ajude sem receio, pois Deus se agrada de quem assim o faz.


Nossas Ações Sociais ainda são muito deficientes em diversos aspectos, acredito que poderíamos fazer mais em prol dos mais carentes, no entanto, isso envolve questões financeiras, e aí a maioria das pessoas não pensam e não querem repartir o que tem.


Fala-se tanto em união em muitos púlpitos de nossas igrejas, mas no costume essa união é insuficiente, então porque é que não caimos "na graça de todo o povo" como era no princípio da igreja, por quê? 


Qualquer obrigação no serviço do Mestre a nós imposta é motivo de satisfação em poder servir a Noiva do Cordeiro e aos semelhantes de forma geral.


É bem verdade que o Serviço Cristão tem fundamento em Cristo, Ele deu o exemplo para que nós também o devêssemos fazê-lo; teria esse serviço um caráter incondicional? não é um serviço criado para outros fins, não é remunerado (casos a parte, existem àqueles que vivem da obra, p. e. missionários, pastores com tempo integral, e etc.), mas num geral a igreja não é uma empresa, no entanto, é preciso que a tarefa seja executada de maneira eficiente, a fim de que Deus seja Glorificado e não escarnecido!


Para a Proclamação da Palavra deve-se usar da melhor maneira os meios de comunicação existentes a nosso favor, a fim de alcançar um maior número de ouvintes.


O viver em comunhão serve de exemplo para a sociedade e atrai as pessoas.


Servir a Deus e ao próximo serve para comprovar o que pregamos e ensinamos.


Portanto, Jesus quis ensinar que para cobrar algum serviço, primeiro deve-se dar o exemplo. O Serviço Cristão é um serviço intrínsicamente voluntário. A igreja deveria ser um dos maiores centros de habilitação de carentes, doentes físico-psíquicos, não o é talvez pela falta de estrutura ou por ser um papel destinado ao Estado.

domingo, 31 de julho de 2011

A EFICÁCIA DO TESTEMUNHO CRISTÃO

SUBSÍDIO PARA A 6ª LIÇÃO DA E.B.D DO 3º TRIMESTRE DE 2011 - CPAD

A EFICÁCIA DO TESTEMUNHO CRISTÃO

O Batismo com o Espírito Santo habilita o crente a ser testemunha de Cristo fora de sua esfera de atuação (At 1.8). Não vou entrar em detalhes sobre o Batismo, porém, observe que ao aceitarmos a Cristo, O Espírito vem habitar em nós (cf. Mt 12.43-45; Jo 14.16,17). Essa divina presença no nosso ser serve ainda como meio probatório (presenciar ou ver algum fato), no entanto, "Disse-lhe Jesus: ...; bem-aventurados os que não viram e creram" (Jo 20.29). O Santo Espírito acompanhou todo o ministério de Jesus, o mesmo faz de nós, testemunhas fiéis, como se estivéssemos presenciado tudo!

Para ser testemunha, alguém precisa participar ou visualizar algum acontecimento, caso contrário será enquadrado como falsa testemunha (Êx 20.16). Para testemunhar ousadamente o crente precisa de provas concretas. É surpreendente sermos testemunhas de Cristo por intermédio do Espírito Santo! Não há como negar, sentimos na alma, cremos em Jesus, nossa esperança está firmada N'Ele, nada nos abalará, temos a certeza de que Jesus é o Salvador!

O testemunho se efetiva (termina) quando o Pai é glorificado (Mt 5.16). Trata-se de um testemunho a base de Sal e Luz (Se preservar na claridade até chegar no Ceú, pois o mundo é obscuro! Corpo e mente são envolvidos no testemunho cristão. Se o mundo jaz no maligno, os cristãos, a "Exceção". Somos considerados astros iluminados, não temos luz própria, somos iluminados por Jesus, "a resplandecente estrela da manhã" (Ap 22.16). Aquele que traz à luz suas obras é porque são feitas em Deus! (Jo 3.21).

Portanto, não é preciso necessariamente ir à outro país para ser testemunha, aqui mesmo há pessoas que ainda não ouviram ou ouviram pouco sobre Jesus! Só iremos convencer alguém para Cristo se tivermos convictos de que aquilo que pregamos e vivemos é a razão da nossa esperança! (Cf. 1 Pe 3.15).

sábado, 30 de julho de 2011

O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA

SUBSÍDIO PARA A 5ª LIÇÃO DO 3º TRIMESTRE DA E.B.D - CPAD

O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA

Poderíamos alterar o título da lição, sem contudo, alterar seu teor. Se trocassemos a palavra "igreja" pela palavra "família" não perderia o sentido da mensagem trazida pelo dileto comentarista da lição, afinal, a igreja é formada por famílias, podemos ir mais além, as famílias formam a base da igreja, não falo no sentido espiritual, mas sim, no sociológico, para que existisse 'igreja' primeiro se trabalhou a família, isso vislumbramos no trato de Deus com o primeiro casal, Adão e Eva.

A família no contexto geral, sofre perseguição, pois é o alvo predileto do inimigo, abalando a estrutura familiar o reflexo chegará também nas igrejas de forma desconcertante, infelizmente não se trata mais a família como a célula máter da sociedade, o que está em pauta são leis que tentam denegrir a imagem do fundamento estabelecido pelo próprio Deus.

Por outro lado, a família cristã tem por obrigação demonstrar onde está alicerçada (1 Co 3.11), e unidas a outras famílias que integram a igreja devem deixar transparecer que fazem parte de um Reino.

O texto áureo faz alusão ao o que o Reino de Deus realiza através da igreja, leia o texto e observe que de certa forma a igreja executa obra cabível ao governo (promover saúde, educação, e ação social são algumas), sem entrar em detalhes sobre ética e moral.

Igreja, extensão da descendência abraâmica, entendamos que tudo isso está enquadrado na promessa que Deus fez a Abraão note em (Gn 12.3) que a missão transferida à igreja já que Israel rejeitou o Messias, é anunciar as Boas-Novas de Salvação, e ainda, só em ouvir o Evangelho o indivíduo se torna bendito, pois quem nos ouve conhece a Deus (1 Jo 4.6); caso venha a praticá-lo o ser humano se tornará bem-aventurado (Mt 5).

Se o mundo jaz no malígno (1 Jo 5.19), então, cabe a igreja fazer a diferença. Nesse sentido, a igreja deve ser um reflexo, um protótipo do Reino de Deus na terra. Percebemos que pela Oração do Pai-Nosso,  a vontade de Deus deve ser cumprida na terra especialmente pela igreja "faça-se a tua vontade, assim na terra como no Céu". Eis a importância da presença do Reino na igreja.

A igreja só representará o Reino quando Cristo for reconhecido de fato como a Cabeça d'ela (Ef 1.2,22; 5.23; Cl 1.18). Se a igreja não está representando o Reino seus interesses demonstrarão quais suas intenções, ainda que venha a ter em seu título a expressão "Reino". Através de cada ação há uma intenção (pretensão), nisso a igreja difere de todas as organizações seculares, especialmente no que diz respeito aos seus dirigentes "delegados" por delegação (transmitir poderes, de julgar ou de administrar em seu nome).

Portanto, precisamos como igreja, dispensar parte do nosso precioso tempo, disposição e até outros recursos com sabedoria é claro! a fim de alcançar o objetivo maior, expandir o Reino de Deus na terra!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

SUBSÍDIO DA 2ª LIÇÃO CPAD 3º TRIMESTRE - A MENSAGEM DO REINO DE DEUS

ESBOÇO PARA A LIÇÃO Nº 2 – A MENSAGEM DO REINO DE DEUS

Conceitos

Mensagem 

[Do fr. message, pelo port. ant. messagem.] Substantivo feminino. 1. Comunicação, notícia ou recado verbal ou escrito. 2. Felicitação ou discurso escrito, dirigido a uma autoridade. Exemplos Bíblicos:E esta é a mensagem que dele ouvimos e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 Jo 1.5); “Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros” (1 Jo 3.11).

Reino

[Do lat. regnu.] Substantivo masculino. 1. Monarquia governada por um rei, regente, etc. [Sin. (bras., pop.): reinado.] 2.Os súditos do reino. 3. Fig. Domínio, esfera, âmbito.. 4. Biol. Cada uma das mais altas categorias em que se agrupam os seres vivos da natureza. [Com cap., nesta acepç. V. Reino Animalia, Reino Fungi, Reino Plantae, Reino Monera e Reino Protista.] 5. Uma das divisões tradicionais do mundo sensível: o reino mineral, ou inorgânico. 6. Conjunto de seres ou de coisas que têm caracteres semelhantes ou comuns. Reino no Gregobasileia = pronúncia “Basiléia”. 1) poder real, realeza, domínio, governo. 1a) não confundir com um reino que existe na atualidade. Referência ao direito ou autoridade para governar sobre um reino. 1b) do poder real de Jesus como o Messias triunfante. 1c) do poder real e da dignidade conferida aos cristãos no reino do Messias. 2) um reino, o território sujeito ao governo de um rei. 3) usado no N.T. para referir-se ao reinado do Messias. Exemplos Bíblicos: Território politicamente organizado, governado por um rei ou por uma rainha (1Rs 2.12; 10.1; 2Cr 22.12). O domínio de Deus sobre as pessoas e sobre o mundo, tanto no presente como no futuro (Mt 5.3; 12.28; Lc 17.21; Rm 14.17). Às vezes também quer dizer a vida com Deus no céu (2Tm 4.18).

Deus

[Do lat. deus.] Substantivo masculino. 1. Princípio supremo considerado pelas religiões como superior à natureza. 2. Ser infinito, perfeito, criador do Universo. 3. Nas religiões politeístas, divindade de personificação masculina, superior aos homens, e à qual se atribui influência especial, benéfica ou maléfica, nos destinos do Universo. 4. Fig. Objeto de um culto ou de um desejo ardente, que se antepõe a todos os demais desejos ou afetos. 5. Filos. Princípio supremo de explicação da existência, da ordem e da razão universais, e garantia dos valores morais. Exemplos Bíblicos: (hebr. El, Elah, Eloah, Elohim; gr. theós) O nome mais geral da Divindade (Gn 1.1; Jo 1.1). Deus é o Ser Supremo, único, infinito, criador e sustentador do universo. É espírito pessoal e subsiste em três pessoas ou distinções: Pai, Filho e Espírito Santo, v. TRINDADE. É santo, justo, amoroso e perdoador dos que se arrependem. O ateu diz que Deus não existe; o agnóstico diz que não podemos saber se Deus existe ou não; o crente sabe que Deus existe e afirma: "nele vivemos, nos movemos e existimos" (At 17.28)

Texto Áureo (Mc 1.15 - Mensagem de Jesus) 

Quando a Bíblia diz que “é chegado o Reino de Deus” se está querendo dizer que O Reino de Deus já está “entre nós” e “em nós” (pela presença de Jesus e mais tarde do Espírito Santo), como forma de aludir ao testemunho cristão, dirigido por Deus, independentemente de qualquer reino no sentido literal da palavra. Ou quando diz assim: “está próximo o Reino de Deus” é que ainda vai chegar ou está prestes a chegar, apontando para o futuro, mas O Reino de Deus nunca teve início e jamais haverá fim, é um domínio Sempiterno (Dn 4.34; Mt 25.34). O ímpio Nabucodonosor reconheceu (teve uma visão sobrenatural, permitida por Deus é claro!) que a Soberania do Altíssimo se estende de Geração em Geração, e o próprio Cristo enfatizou usando a fundação do mundo como primeira referência cronológica, já que antes da fundação do mundo não havia referência para nós seres humanos, ou seja, não havia nada criado no mundo físico, Jesus está dizendo que o Reino de Deus já existia antes mesmo da criação do universo.


...O Reino de Deus...
 
 A proclamação e a concretização do reino de Deus foi o propósito da Obra de Cristo. Foi o tema de sua mensagem na terra (Mt 4.17). Quanto à forma de manifestação do reino, existem:

  • O Reino de Deus em Israel. No AT, o Reino visava o caminho da salvação da humanidade. Devido à rejeição de Jesus, o Messias de Israel, o Reino foi tirado desta nação. (Mt 21,43).

  • O Reino de Deus em Cristo. O Reino esteve presente na pessoa e na obra de Jesus, O Rei (Lc 11.20).

  • O Reino de Deus na Igreja. Trata-se da manifestação atual do Reino de Deus nos corações e nas vidas de todos aqueles que se arrependem e crêem no evangelho (Jo 3.3,5; Rm 14.17; Cl 1.13). sua presença manifesta-se com grande poder contra o império de Satanás. Não se trata de um reino político, material, mas de uma poderosa e eficaz presença e operação de Deus entre o seu povo.

  • O Reino de Deus na Consumação da História. Trata-se do Reino Messiânico, predito pelos profetas (Sl 89.36,37; Is 11.1-9; Dn 7.13,14). Cristo reinará (profecia para o futuro = escatologia) na terra durante mil anos (Ap 20.4-6). A igreja reinará juntamente com Ele, sobre as nações (2 Tm 2.12; 1 Co 6.2,3; Ap 2.26,27).

  • O Reino de Deus na Eternidade. O reino messiânico durará mil anos, dando lugar ao reino eterno de Deus, que será estabelecido na nova terra (Ap 21.1-4). O centro da nova terra é a Cidade Santa, à Nova Jerusalém (Ap 21.9-11). Os habitantes são os redimidos do AT (Ap 21.12) e do NT (Ap 21.14). Sua maior bênção é “verão o seu rosto” (Ap 22.4).

...Arrependei-vos e crede...
 
O Arrependimento e a Fé são passos dados pelo “não-crente” para a salvação, e que devem ser preservados pelos cristãos para fazer valer seu esforço em dizer que é um seguidor de Cristo (At 14.22; Hb 11.6, 1 Pe 3.15); ou seja, para que o indivíduo ingresse (tenha acesso) ao Reino de Deus se faz necessário mudar de comportamento pela fé que em si foi gerada pelo Evangelho, “a fé vem pelo ouvir, ouvir a Palavra de Deus” (Jo 3.3,5; 2 Co 5.17); por outro lado, esta entrada no Reino não deve ser dificultada, pois até o próprio Cristo facilitou o acesso dizendo: “Vinde a mim todos os que estais cansados e...” (Mt 11.28-30).

Verdade Prática

 Se já fazemos parte desse Reino, então, o Rei exige que nossas atitudes sejam pautadas dentro da Sua Vontade, ou ainda, é O Rei que sabe verdadeiramente quem faz parte ou não, de seu reinado.

Leitura Bíblica

 Mc 1.14 – Não era interessante para Jesus permanecer no lugar onde o que lhe preparou o caminho no deserto tinha sido preso, afinal, João falava a respeito de Jesus, então seria mais uma presa fácil, e ainda não tinha chegado o tempo de Ele ser entregue para ser morto, ainda havia muito por fazer; O Mestre foi para outra parte dando continuidade à mensagem de João, cumprindo assim as profecias. A igreja cristã nasceu na Galiléia, embora mais tarde confirmada em Jerusalém, pela descida do Espírito Santo.

Mc 1.15 – Comentário mencionado no texto áureo.

Obs.: Até aqui se entende que o indivíduo está na situação antes de ingressar no Reino.

Mt 5.3-12As bem-aventuranças são qualidades próprias dos verdadeiros cristãos, que apontam para momentos (situacionais) que o cristão usufruirá ainda aqui na terra ou já no Reino Pleno Estabelecido. E que para aproveitá-las o servo de Deus deve permanecer na qualidade de súdito fiel. As bem-aventuranças nos mostram como seremos abençoados se fizermos disso a regra de nossas vidas. No entanto, ainda não somos perfeitos, mas somos convertidos, nossos interesses e desejos se voltam na direção do Reino de Deus.

Obs.: aqui se entende que o indivíduo está dentro do Reino.

Rm 14.17 – Alguém pôde até pensar assim, ‘se eu for crente, será que realmente posso ser alegre’? Pensa ele “a maneira de o crente ser, vestir, pensar e se comportar diante da sociedade é diferente, e continua revelando felicidade, logo se percebe que se o cristão é dessa forma sem ter muitas regalias, privilégios ou até mesmo status, porém, ele se conscientiza de que a alegria do servo de Deus vai além dos prazeres que esta vida pode oferecer.

Obs.: aqui se entende que o indivíduo se projeta para a participação do Reino na eternidade.

Introdução: A mensagem do Reino trazida por Jesus vem carregada de sabedoria e instrução; por ex.: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7), O Mestre deixa claro que se depois que decidirmos segui-lo, abandonarmos o compromisso com Ele, desobedecê-lo ou deixar de praticar Sua Palavra, (em outras palavras “Se não estiveres mais em mim”, então, o acordo se quebra, e O Seu compromisso conosco não mais existirá, então, pediremos e não seremos atendidos, clamaremos e não adiantará, pois nossa petição a ser atendida está correlacionada à nossa permanência em Sua Palavra. Portanto, qual é o rei que atenderá um pedido de um estranho!? Em fim, A Mensagem de Deus são as coisas jubilosas provenientes de Deus, o qual é o Autor e enviador da mensagem.

I.    A NATUREZA DO REINO DE DEUS – De que tipo, o que abrange e de que é composto o Reino de Deus.

1.      O Reino é caracterizado por ser espiritual.
 
Não se trata de um reino físico, apalpável ou que pode ser notado a olhos naturais, quando Cristo fala em (Lc 17.20,21), esclarece que “o Reino não vem com aparência exterior” e que Esse “Reino está entre vós” reafirma que não pode ser visto, porém, deve ser sentido (percebido interiormente, isto é, na alma e no espírito), pois o fato de Cristo está no nosso meio ou em nós, O Reino automaticamente está entre nós pela presença magnífica do Espírito Santo.

2.     Abrangência do Reino.
 
O Reino é expresso através de experiências pessoais que cada um tem com Jesus e ao mesmo tempo, esses indivíduos unidos que integram o Reino formam o corpo místico de Cristo, a Igreja, logo, pode-se dizer que o Reino também é coletivo, nesse sentido, de sabermos que existe uma união simbólica entre todos os que já se foram e os que ainda vivem e viverão piedosamente em Cristo Jesus.

3.     Composição do Reino de Deus e seus princípios.
 
Para que exista um Reino, reconhecemos humana e limitadamente que pelo menos é necessário ter um Rei, Súditos, Território, Lei, Obediência, Respeito, Consideração, Propósito. Antes da fundação do mundo, entendemos que O Eterno, reinava entre os seres espirituais, e nele havia pelo menos todos os itens acima citados, e hoje não é diferente na esfera terrena faz-se necessário que sejam agrupados aqueles itens para a composição do Reino de Deus na igreja, isto é, na esfera espiritual. O Rei é Jesus, os súditos são todos quantos o receberam, Território é espiritual, a Lei é A Palavra de Deus, o Rei reclama obediência dos servos, e há respeito dos súditos pelo Rei, e o Rei considera todos os que lhe adora na beleza de sua Santidade e o propósito é (RA Jo 14.3). A expressão “Reino de Deus” é sinônima de “Reino do Céu” quando traçados paralelos entre os evangelhos sinóticos, e a sua origem, seus propósitos e seu Rei são de origem e orientação divinas. Em (Dn 2.34-45) indica que, em seu aspecto futurista, esse reino será literalmente dirigido por Deus, na terra.

II.     A NOVA VIDA DOS QUE FAZEM PARTE DO REINO DE DEUS – Processo para ingressar e permanecer no Reino de Deus

1.      Novo nascimento é a chave de acesso ao Reino.  

   É uma obra sobrenatural, não é algo manipulado pelo homem ou que se efetua de qualquer jeito, é operada quando há sinceridade no coração do “velho homem”, é evidenciada quando as obras (ações do recém-convertido) são condizentes com sua nova postura como cristão, é permanente quando a cada dia reconhecemos que somos dependentes de Deus para sermos constantes em obedecê-lo. Observe a expressão “Nascer da água e do Espírito” em (Jo 3.5), é necessário que a verdadeira conversão tenha que passar (gerada pelo ventre) pela (da) Palavra trabalhada pelo Santo Espírito, pois em (Jo 15.3; Ef 5.26) a água representa a Palavra de Deus, e do Espírito não se faz necessário explicar, pois, se trata da Pessoa Bendita do Santo Espírito, por começar com letra maiúscula, então, descreve uma Pessoa, nascer da ação do Espírito Santo (Jo 16.8).

2.     Proclamar o Reino de Deus.  

    Em (1 Co 9.16) o apóstolo Paulo é direto e objetivo no que se refere à evangelização, pois, não é de mérito humano, é uma OBRIGAÇÃO nossa, não há o que se engrandecer, a Glória é D’Ele (Is 42.8)! E não devemos falhar nessa ordem (Mc 16.15), porque iremos ser cobrados pela negligência em anunciar o Evangelho de Cristo! (2 Co 5.10), nem todos que proclamam o Reino fazem parte do Reino (Mt 7.21,22; Lc 6.46).

3.     Gerar frutos.  

    Cristo foi enfático quando disse em (Jo 15.16) Ele nos escolheu, para produzirmos (Gl 5.22,23), caso contrário Ele (Mt 3.10; 7.17-19; 12.33) cortará e jogará no fogo! Leia (RA Jr 48.10).

III. O QUE O REINO DE DEUS SIGNIFICA? – Importância da Essência do Reino de Deus

1.      Justiça.  

   A virtude de dar a cada um aquilo que é seu. A faculdade de julgar segundo o direito e melhor consciência. Em relação às obras dos cristãos temos em (1 Co 3.11-15), como será feita a justiça. A nossa justiça fora de Cristo são consideradas como trapos de imundícia (Is 64.6). Atributo pelo qual, ao tratar com as pessoas, Deus age de acordo com as normas e exigências da perfeição de sua própria natureza (Sl 119.142). Por isso Deus castiga tanto os incrédulos (Dt 33.21; Sl 96.13) como o seu próprio povo (Sl 50.5-7; Is 28.17) e, com imparcialidade, socorre os necessitados (Dt 10.17-18; Sl 72.2). Ato pelo qual Deus, em sua graça e em conformidade com a sua ALIANÇA, selada com o sofrimento, morte e ressurreição de Cristo, perdoa as pessoas fracas, perdidas e sem justiça própria, aceitando-as através da fé (Rm 3.21-26; 1Co 1.30; 2Co 5.21). Qualidade que leva os cristãos a agirem corretamente, de acordo com os mandamentos de Deus (Mq 6.8; Rm 6.13,19; Ef 5.9; 1Pe 2.24); ver. JUÍZO e RETIDÃO.

2.     Paz.  

    Não é simplesmente ausência de conflitos, é a Paz que Cristo tem a oferecer “a que o mundo não tem” (Jo 14.27). Em (Is 3.17, Tg 3.18) estão interligadas a justiça e a paz, e em conseqüência destas virtudes postas em prática, sem dúvidas, haverá alegria e todos estarão satisfeitos. Em (Rm 5.1) temos esta paz, porque Cristo a mediou entre Deus e nós!

3.     Alegria. 

    Emoção e estado de satisfação e felicidade (Sl 16.11; Rm 14.17). Nossa alegria maior deve ser... (Lc 10.20).

Conclusão: A mensagem do Reino de Deus, como vimos, tem um recado não só para os incrédulos, mas também para os servos de Deus; é sobrecarregada de virtudes e atitudes que levam as pessoas que se entregaram a Cristo a ter uma experiência espiritual; traz consigo direitos e deveres quando aceita; e até hoje se pode ouvir o ecoar de seu teor “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (Atos 3:19).

Pb Demetrios José
Fontes bibliográficas: Dicionário Aurélio; Dicionário da Bíblia de Almeida; BOL MA – 3.0 (Bíblia On Line); Bíblia de Estudo Pentecostal; Pequena Enciclopédia Bíblica Orlando Boyer; O Novo Testamento Interpretado – Versículo por versículo de Champlim;